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sábado, 29 de novembro de 2014

Vida Após a Morte (Vampiros)

O que aconteceria na vida após a morte de vampiros? Nada. Eles são encaminhados para o mesmo purgatório que as pessoas comuns que encarnaram aqui na Terra. Com algumas especificidades e peculiaridades inerentes a cada caso, no geral, vão para um purgatório. É um local de plano paralelo ao daqui em que se deparam com o grau de maldade ou bondade que fizeram quando encarnados. É isso, eles têm alma! Espanto ou não eles possuem genética suficiente para adquirir uma alma e sofrerem o processo evolutivo para a grandiosidade da alma. A superioridade aos humanos comuns os fazem invencíveis na teoria apenas . Mas quando são caçados e pegos ou quando ocorrem guerras entre eles próprios, alguns podem perecer e a pergunta persiste: Eles não eram invencíveis?Até a morte eram. Mas depois não são mais e entram no ciclo encarna tório descrito por várias filosofias e até religiões, mas que me vida os próprios vampiros não acreditavam por crerem em serem superiores. Dependendo da receptividade, aceitação, enfim, evolução eles serão doutrinados, reeducados por em outro plano eles não são superiores mais e podem ser punidos severamente se insistirem. Mas é claro que isso tudo é geral e tem as particularidades, as quais não pertencem a este relato. As regras ainda não são claras para os vivos neste mundo de cá. Nem com todo os poderes superiores é certificado de consciência do que pode e não pode. Mas isso não é uma regra geral proque os originais vampiros, que nasceram como tal por terem sido criados com tal, são cada vez menores e ainda assim estão sujeitos às regras transcendentais como todo e qualquer ser vivente e encarnado neste planeta.
É bom lembrar como tudo isso veio ao conhecimento da Oraganização. Em uma caçada no final dos anos 50 do século XX, um dos caçadores escreveu no relatório base*:”Muito estranho a situação em que a família foi encontrada. Tínhamos informações de um assassino era no protegido por eles. Como não encontramos nada. Montamos acampamento na casa e vigiamos de perto seus hábitos, o que curiosamente não causou reação contrária dos membros. Foram bem receptivos e nos trataram com polidez como nenhum de nossa equipe jamais tinha visto de tais criaturas. Nesse período por várias vezes receberam uma mulher, de cabelos grisalhos e compridos, de mais de 40 anos, baixa estatura, de sorriso franco e com o semblante bastante fechado na maioria do tempo. Logo percebemos que era uma humana real. E aí começou o mistério. Pelos dias que transcorreram a mulher aparecia quase diariamente, salvo os fins de semana. Ficava reunida por horas com a família. Conversavam muito e às vezes havia silêncio. Duas semanas depois, bastante curiosos e indagando uma possível rebelião, intimamos o Líder do grupo a esclarecer o que estava acontecendo. Em palavras não nos explicou claramente, mas nos sugeriu que participássemos de uma dessas reuniões.No dia seguinte, uma sexta-feira, a mulher apareceu. Sentamos em torno de uma mesa , conversavam assuntos concernentes a um outro mundoe a vidente escrevia compulsivamente as respostasem uma espécie de ritual

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Vampiros vs Lobisomens




Há séculos eles se enfrentam, apesar das mais variadas versões ambos são fortes, misteriosos e possuem poderes, além de milhões de histórias cheias de sangue na consciência, se é que possuem uma.. é claro! Porém, quem será que vence neste duelo… Vampiros ou Lobisomens?

A força de um lobisomem é inteiramente dependente do ciclo lunar. Durante o seu período lupino, o lobisomem é significativamente mais forte do que o vampiro. No entanto, este período de força do lobisomem só dura cerca de uma semana por mês. No resto do mês, a força do lobisomem se iguala à força do ser humano normal, e aquele pode ser ferido tão facilmente como este. O vampiro, pelo contrário, está continuamente em um estado de aptidão física que é bem superior ao de um ser humano normal. Portanto, a disputa entre o vampiro e lobisomem, pelo poder das probabilidades, deverá ser resolvido em quase 80% do tempo em favor do vampiro e em apenas 20% do tempo em favor do lobisomem.
      

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Maneiras de Transformação Vampirica

Maneiras de Transformação Vampírica'

Já que muitos estavam pedindo, fiz um post sobre como se transformar em vampiro', avisando desde já que se alguém tentar e se der mal, a culpa nao é nenhum pouco minha, fizestes por vontade propria. Começando entao, existe a maneira convencional, da mordida, que consiste em uma mordida de um vampiro 'transformado' em algum lugar onde tenha uma arteria a facil alcance,'pode ser braço , pescoço ou perna'. O bom desse tipo de transformaçao é que nunca dá errado, o ruim é que dá uma dor infernal até ocorrer a transformação completa. A segunda maneira é um ritual, pouco conhecido, que consiste em invocar um vampiro ancião, para que lhe transforme, porém este demora um pouco mais, e é muito mais arriscado', pois como todos deveriam saber, nunca deveriam confiar em um vampiro, pois vampiros sao traiçoeiros, e so pensam neles mesmos'. Nesse metodo, o bom é que voce ja vira um vampiro mais forte por ser um anciao que lhe transformou, o ruim é que esse vampiro pode se aproveitar de ti até suas ultimas forças, e tu simplismente cair morto no chão, sem transformação e sem vida'. Pelos riscos contidos nesse metodo nao ensinarei a vós como procedê-lo.

Vantagens e Desvantagens em ser um vampiro

Provavelmente voce pensa que se tornando vampiro vai ficar imensamente lindo, forte, inteligente, poderoso, enfim, imagina que irá se tornar praticamente um deus. Na verdade, as coisas sao muito diferentes, claro existem as vantagens, porém existem tambem as desvantagens, que as vezes podem ser consideradas ainda maiores que as vantagens. Bom, entao vamos ao que interessa:Vantagem: Quando se transforma em vampiro, voce deixa de ser um reles humano, um ser sem nenhuma utilidade; Desvantagem: A transformaçao doi demais, é um processo que varios nao aguentam levando a morte. 
Vantagem: Voce se torna extremamente inteligente, tem seus sentidos aguçados, fica mais forte 'nao vira um Hulk', começa a sentir atraçao por sangue; Desvantagem: Com essa atraçao por sangue, vira precisao, e se em um periodo de tempo nao tomar, começa a ficar mais fraco, retardando os sentidos, o que pode levar a uma sede insaciavel, voce tambem começa a achar que é mais forte que todo mundo, podendo caçar briga com quem nao deveria.
Vantagem: Se tornando um ser superior, voce começa mesmo a passar a ideia de ser melhor que os outros, e nao deixa isso escondido, voce mostra isso em tudo, na maneira de falar, de agir, até de ver o mundo; Desvantagem: Voce começa a parecer um metido que se acha demais, e começa a ser odiado por varias pessoas.
Desvantagem: Voce começa a ficar solitario por causa de seus conhecimentos, e é visto pelos outros como uma pessoa perturbada, quando na verdade, voce é apenas um ser que por sua complexidade, nao consegue agir como deveria entre os humanos.
Citei acima algumas desvantagens e vantagens de ser vampiro, agora cabe a cada um decidir o que quer fazer, e nao adianta alguns virarem e falarem, é dificil mais eu consigo, porque nao é assim, no meio a maioria desistiria, e esse é um caminho que nao tem volta, entao pense bem antes de qualquer decisao.

A existência

Todo mundo sabe que os vampiros não existem, não é mesmo? No entanto, você já reparou na quantidade de notícias e histórias que circulam por aí relacionadas com essas criaturas das trevas sugadoras de sangue? Aliás, ultimamente parece que esses seres estão por todas as partes! São livros, games, filmes, seriados... tudo isso não faz você se perguntar se, na verdade, será que eles não existem mesmo?
Pensando nisso, decidimos reunir algumas pistas que poderiam servir de evidência para a existência de vampiros. Portanto, não deixe de se cercar com muitos dentes de alho, crucifixos, uma pitada de água benta, e confira os sinais a seguir:

1 – Túmulos sinistros

Pode até ser que você não acredite em vampiros, mas no passado esses seres eram temidos de verdade e as pessoas faziam coisas bem malucas para garantir que eles não sairiam de seus caixões. E não faltam túmulos sinistros para provar como essa questão era levada a sério. No ano passado mesmo, arqueólogos búlgaros descobriram diversas tumbas medievais nas quais os ocupantes tinham estacas cravadas no corpo, assim como pernas e braços amarrados.
Outro exemplo foram sepulturas encontradas na Polônia cujos esqueletos tinham os crânios posicionados entre as pernas, prática comum para evitar que os mortos voltassem para aterrorizar os vivos. E essas não foram as únicas tumbas com ocupantes sinistros que já foram encontradas! Outros cemitérios medievais espalhados pela Europa também contém exemplares, e quase todos os anos um novo “ex-vampiro” é desenterrado.
Evidentemente, os pobres coitados que foram sepultados nessas condições — provavelmente — não eram vampiros. O problema é que a tuberculose era uma doença comum na Idade Média, e alguns de seus sintomas eram a palidez e a perda de peso, e na época os europeus acreditavam que os vampiros eram os responsáveis por espalhar o mal.

2 – O verdadeiro Conde Drácula

Embora Drácula seja apenas um personagem fictício, sua criação foi baseada em um homem real. Conhecido como “Vlad, o Empalador”, o malvado teria sido o responsável pela morte de mais de 100 mil pessoas — entre empalados e queimados vivos. Outro costume do perverso era convidar pessoas desavisadas para banquetes e, então, empalar todo mundo e saborear pedaços de pão molhados no sangue de suas vítimas. Meio vampiresco, você não acha?
Vlad recebeu o sobrenome Dracul — ou “Dragão” — de seu pai graças à sua afiliação a uma organização militar cristã chamada Ordem do Dragão. Portanto, ao contrário do personagem fictício, Vlad era um guerreiro que lutava por sua fé e não se abalava diante de crucifixos ou água benta. Ele foi morto pelos turcos no século 15 durante uma batalha, seu corpo foi decapitado e a cabeça ficou exposta em uma estaca a mando do sultão.

3 – Eternamente jovens

Como você sabe, os vampiros não envelhecem e têm alguns superpoderes. Poisestudos recentes apontaram que o segredo da longevidade pode estar no sangue... dos outros. Experimentos realizados com ratinhos apontaram que, depois de animais mais velhos receberem transfusões de bichinhos mais jovens, os ratos idosos apresentaram melhora na memória, no olfato e na força física. Essas características soam familiares?
Aparentemente, a responsável por esses efeitos é a proteína GDF11 presente no sangue dos ratos mais jovens e, em vez de incentivar que o nosso planeta seja povoado por vampiros, os pesquisadores esperam aplicar a descoberta para tratar condições relacionadas com a idade, como o Alzheimer, por exemplo.

4 – Distúrbios reais

Da turminha da saga “Crepúsculo”, passando pelo Drácula e outros vampiros famosos, todos já foram descritos uma com série de características comuns, como feições desfiguradas e comportamento violento. Pois a porfiria é um distúrbio genético que causa o acúmulo de pigmentos vermelhos e roxos no corpo, e pode provocar a deformação da pele e do rosto dos portadores.
A porfiria também pode desencadear problemas mentais que, por sua vez, podem fazer com que os doentes apresentem comportamento agressivo ou bizarro. Um personagem famoso portador da doença foi Rei George III da Inglaterra, que sofria de alucinações e ataques de ira frequentes, o que lhe rendeu o apelido de “Rei Louco”. Hoje muitos pesquisadores alegam que a porfiria foi uma das principais influências na criação do folclore associado com os vampiros.

5 – Drácula de saia

Se você acha que “Vlad, o Empalador” foi um ser extremamente malévolo, então se prepare para conhecer sua versão feminina. Elizabeth Bathóry, de quem já falamos aqui no Mega Curioso, foi uma nobre húngara que ganhou o apelido de “Condessa Sangrenta” depois de torturar e assassinar um número estimado em mais de 650 pessoas. Em sua maioria, as vítimas eram moças jovens que ela contratava como criadas, mas... coitadas!
Durante anos, a nobre espancou, queimou e mutilou as jovens, e até deixou que algumas morressem congeladas no frio do inverno. Isso por que Bathóry já sabia o que os pesquisadores de hoje descobriram com os ratinhos — veja o item 3. A condessa acreditava que o sangue dos mais jovens a ajudariam a permanecer sempre jovem e, por isso, ela não só bebia como se banhava em seu sangue.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Descrição e atributos comuns & Geração

É difícil fazer uma descrição única e final do vampiro da tradição popular, embora exista uma série de elementos comuns a muitas das lendas europeias. Os vampiros são muitas vezes descritos como de aparência inchada, e com uma coloração rósea, púrpura ou escura; estas características são frequentemente atribuídas a uma recente ingestão de sangue. De facto, o sangue é muitas vezes visto perpassando da boca e nariz quando um vampiro era visto no seu caixão ou mortalha, e o olho esquerdo fora deixado aberto. O vampiro estaria envolto na mortalha de linho em que havia sido enterrado, e os seus dentes, cabelo e unhas poderiam apresentar algum crescimento, embora em geral os dentes pontiagudos não fossem uma característica.

As causas da geração de vampiros eram muitas e variadas nas antigas tradições populares. No folclore eslavo e chinês, qualquer corpo que fosse acometido por um animal, em particular um cão ou gato, temia-se que se tivesse tornado num morto-vivo. Um corpo com uma ferida que não houvesse sido tratada com água a ferver estaria também em risco. No folclore russo, dizia-se que os vampiros haviam sido em tempos bruxos ou pessoas que se revoltaram contra a Igreja Ortodoxa Russa quando ainda eram vivas.

Surgiram muitas vezes práticas culturais que tinham por objectivo impedir que o ente amado recentemente falecido se tornasse num morto-vivo. Enterrar um corpo de cabeça para baixo era algo muito difundido, assim como a colocação de objectos terrenos, comogadanhas ou foices, perto da cova, com o fim de satisfazer qualquer demónio que entrasse no corpo, ou para apaziguar os mortos por forma a que estes não quisessem levantar-se da tumba. Este método assemelha-se à prática da Grécia Antiga de colocar uma moeda na boca dos corpos, para pagar o frete da barca de Caronte na travessia do Estige, no submundo; foi argumentado que a moeda não teria essa finalidade, mas a de colocar em guarda qualquer espírito maléfico que tentasse entrar no corpo, e isto pode ter influenciado tradições vampíricas mais tardias. Esta tradição persistiu no folclore grego moderno dos vrykolakas, no qual uma cruz de cera e um caco de barro com a inscrição "Jesus Cristo conquista" eram colocados no corpo por forma a prevenir que este se tornasse num vampiro. Outros métodos comummente praticados na Europa incluíam cortar os tendões das pernas ou colocar sementes de papoila, milhetes, ou areia no chão perto da cova de um suposto vampiro; isto destinava-se a manter o vampiro ocupado toda a noite contando os grãos, indicando uma associação entre vampirismo e aritmomania. Narrativas chinesas semelhantes referem que se um ser vampírico encontra um saco de arroz, sente-se obrigado a contar todos os grãos; este tema pode ser encontrado igualmente nos mitos do subcontinente Indiano, assim como nas lendas da América do Sul de bruxaria e outra espécie de espíritos ou seres malignos ou nefastos.
No folclore albanês, o dhampir é o filho do karkanxholl ou lugat. Se o karkanxholl dorme com a sua mulher, e esta fica prenhe, a geração é chamada dhampir e possui a qualidade única de poder identificar o karkanxholl; daqui deriva a expressão o dhampir conhece o lugat. O lugat não é visível, e pode apenas ser morto pelo dhampir, o qual ele próprio é habitualmente filho de um lugat. Em diversas regiões, animais podem voltar a este mundo como lugats; e, do mesmo modo, pessoas vivas durante o sono. Dhampiraj é também um sobrenome albanês.

Crenças populares


A noção de vampirismo existe há milénios; culturas como as da Mesopotâmia, Hebraica, da Grécia Antiga, e a romana continham lendas de demónios e espíritos que são considerados precursores dos modernos vampiros. No entanto, apesar da ocorrência de criaturas do tipo dos vampiros nessas civilizações antigas, o folclore da entidade que conhecemos hoje como vampiro teve origem quase exclusivamente no sudeste da Europa no início do século XVIII,8 quando as tradições orais de muitos grupos étnicos dessa região foram registados e publicados. Em muitos casos, os vampiros são espectros de seres malignos, vítimas de suicídio, ou bruxos, mas podem também ser criados quando um espírito maléfico possui um corpo ou quando se é mordido por um vampiro. A crença em tais lendas penetrou tanto em algumas regiões que causou histeria colectiva e até execuções públicas de pessoas que se acreditavam serem vampiros.

Etimologia


Frontispício de um livro alemão de 1733 sobre vampiros
O termo entrou na língua portuguesa no século XVIII por via do francês vampire, que o tomou do alemão Vampir, que por sua vez o tomou emprestado no início do século XVIII do sérvio вампир/vampir, quando Arnold Paole, um suposto vampiro, foi descrito na Sérvia na época em que esse território estava incorporado no Império Austríaco. O Houaiss dá ainda como possível origem o húngaro, além do sérvio, apresentando como formas históricasvampire (c.1784), vampiro (1815) e vampyro (1857). Uma das primeiras ocorrências do termo registadas na língua portuguesa surge num texto português datado de 1784, em que é usada a forma vampire, indicando a sua proveniência directa do francês. Em 1815 regista-se já a forma actual, vampiro.
A forma sérvia encontra paralelo em virtualmente todas as línguas eslavas: búlgaro e macedónio вампир (vampir), croata upir /upirina, checo e eslovaco upír, polaco wąpierz, e (talvez por influência eslavo-oriental) upiór, ucraniano упир (upyr), russo упырь (upyr'), bielorrusso упыр (upyr), do antigo eslavo oriental упирь (upir'). (Note-se que muitas destas línguas também integraram posteriormente o termo "vampir/wampir" por influência Ocidental; essas formas são distintas das palavras nativas originais para a criatura.) A etimologia exacta não é clara. Entre as formas protoeslavas propostas estão *ǫpyrь e *ǫpirь. Uma outra teoria, com menor divulgação, é a das línguas eslavas terem tomado a palavra a partir de um termo turco para "bruxo" (e.g., o tártaro ubyr).
Acredita-se geralmente que o primeiro uso registado do russo arcaico Упирь (Upir') encontra-se num documento datado de 6555 (1047 AD). É um cólofon num manuscrito do Livro dos Salmos escrito por um padre que transcreveu o livro do glagolítico para o cirílico por encomenda do Príncipe Volodymyr Yaroslavovych. O padre escreve que o seu nome é "Upir' Likhyi " (Оупирь Лихыи), que significa algo como "Vampiro Malvado" ou "Vampiro Louco". Este nome aparentemente estranho tem sido citado tanto como um exemplo do paganismo que à época ainda persistia, assim como do uso de alcunhas como nomes próprios.
Uma outra instância da palavra em russo arcaico ocorre no tratado antipagão "Diálogos de São Gregório", datado entre os séculos XI e XIII, onde é registado o culto pagão de upyri.

Vampiros


Les vampires, gravura francesa de 1820
Vampiro é um ser mitológico ou folclórico que sobrevive se alimentando da essência vital de criaturas vivas (geralmente sob a forma de sangue), independentemente de ser um morto-vivo ou uma pessoa viva.
Embora entidades vampíricas tenham sido registradas em várias culturas, possivelmente em tempos tão recuados quanto a pré-história, o termo vampiro apenas se tornou popular no início do século XIX, após um influxo de superstições vampíricas na Europa Ocidental, vindas de áreas onde lendas sobre vampiros eram frequentes, como os Balcãs e a Europa Oriental, embora variantes locais sejam também conhecidas por outras designações, como vrykolakas na Grécia e strigoi na Roménia. Este aumento das superstições vampíricas na Europa levou a uma histeria colectiva, resultando em alguns casos na perfuração de cadáveres com estacas e acusações de vampirismo.
Embora mesmo os vampiros do folclore balcânico e da Europa Oriental possuam um vasto leque de aparências físicas, variando de quase humanos até corpos em avançado estado de decomposição, foi em 1819, com o sucesso do romance de John Polidori The Vampyre, que se estabeleceu o arquétipo do vampiro carismático e sofisticado; o que pode ser considerado a mais influente obra sobre vampiros do início do século XIX, inspirando obras comoVarney the Vampire e eventualmente Drácula.
É, no entanto, o romance de 1897 de Bram Stoker, Drácula, que perdura como a quinta essência da literatura sobre vampiros e que gerou a base da moderna ficção sobre o tema.
Drácula foi inspirado em mitologias anteriores sobre lobisomens e outros demónios lendários semelhantes e "deu voz às ansiedades de uma era" e aos "medos do patriarcado vitoriano".
O sucesso deste livro deu origem a um género distinto de vampiro, ainda popular no século XXI, com livros, filmes, jogos de vídeo e programas de televisão. O vampiro é uma figura de tal modo dominante no género de terror que a historiadora de literatura Susan Sellers coloca o actual mito vampírico na "segurança comparativa do fantástico [existente] nos pesadelos".